A liderança das Testemunhas de Jeová anunciou uma flexibilização na política sobre transfusões de sangue, passando a permitir que fiéis utilizem o próprio sangue em procedimentos médicos, prática conhecida como transfusão autóloga.
A decisão mantém a proibição de receber sangue de outras pessoas, incluindo plasma, hemácias e plaquetas, mas transfere ao fiel a escolha individual sobre o uso do próprio material biológico em cirurgias e tratamentos.
A mudança pode facilitar intervenções programadas, como cirurgias eletivas, mas não resolve situações de emergência que exigem transfusões de doadores.
A atualização gerou reações divididas, com críticas de ex-integrantes e debates sobre limites entre liberdade religiosa e direito à vida, tema que já motivou decisões judiciais no Brasil e no exterior.
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