Notícias

FERIADO TEM FURTO E NAUFRÁGIO EM CAPITÓLIO

13:34:38, SET 09, 2017 Atualizada em 27/09/2017 às 13:34:38 Fonte: Jornal Ponto

A Polícia Militar recuperou uma caminhonete GMS-10, cor prata, com placas de São Paulo (SP), que havia sido tomada de assalto após o feriado em uma pousada na zona rural de Capitólio. O veículo havia sido abandonado na estrada Linha do Bananal, em Passos, distante cerca de quatro quilômetros da cidade. Ninguém foi preso e os outros materiais roubados não foram encontrados.
No último dia 10, a PM de Capitólio foi acionada em uma pousada próxima à rodovia MG-050, nas imediações da ponte do Rio Turvo, onde quatro indivíduos armados haviam acabado de praticar um assalto.
A vítima de 31 anos e seus irmãos de 34 e 47 anos, moradores da capital paulista, contaram aos militares que os assaltantes chegaram a pé no local e estavam com os pés sujos de barro, possivelmente, teriam vindo margeando o rio. Dois deles empunhavam pistolas e dois portavam armas longas. Todos usavam camisetas enroladas à cabeça para cobrirem seus rostos.
Após anunciarem o assalto e renderem os presentes, os criminosos roubaram várias garrafas de bebidas e o aparelho de telefone da pousada, levando também cerca de R$ 1,5 mil em dinheiro e diversos pertences das vítimas, como roupas, mochilas, celulares, relógios e joias. Eles colocaram todo o material roubado dentro da caminhonete do administrador e, antes de fugirem com o veículo, ainda amarraram as vítimas com os próprios cadarços de seus calçados. Os bandidos também relataram que usariam a S-10 apenas para fugirem e que a abandonariam logo em seguida na cidade de Piumhi. No entanto, tudo indica que eles tomaram uma rota de fuga contrária, pois o veículo foi encontrado na cidade de Passos.


ESCUNA AFUNDA NO LAGO DE FURNAS


Um acidente com uma escuna que afundou no Lago de Furnas, em Capitólio também no feriado gerou um alerta para visitantes e para quem trabalha com o turismo na região. Quem trabalha na represa diz que falta fiscalização nas embarcações e um controle sobre os pilotos. Pelo menos 90 lanches estariam navegando no lago de forma clandestina.
"A gente é fiscalizado pela Capitania dos Portos, de Santos, e que talvez não tenha o efetivo suficiente. Cada dia que passa novas embarcações aparecem aqui para fazer passeios náuticos, sem nenhuma condição de conhecimento e de navegação", disse o empresário Adair Vasconcelos.
A escuna que afundou estava perto dos Canyons, um importante ponto turístico do lago. Quando o barco começou a afundar, os ocupantes conseguiram se segurar ao paredão pelas pedras e foram socorridos por outras embarcações que passavam pelo local. No barco, havia 15 pessoas. Todas conseguiram se salvar.
Depois de sair do píer, o piloto navegou cerca de três quilômetros até o primeiro ponto de visitação. Mas, para entrar ali, ele precisou passar por um canal, conhecido como "Casca- tinha", que é pequeno para embarcações grandes. Tudo indica que a escuna bateu em pedras até naufragar 300 metros depois.
A escuna de madeira, com capacidade para 35 pessoas, teria saído do píer da "Lagoa Azul", funcionando perfeitamente.
O inquérito da Marinha sobre as causas e responsabi- lidades do acidente deve ficar pronto em até 90 dias. Sobre a falta de fiscalização das embarcações, a assessoria de imprensa da Marinha diz que há um cronograma estabelecido, mas que em locais de muito movimento, a fiscalização é intensificada.

Comentários

Voltar

Veja também